sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

tenso

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Serenidade

Os anjos chamam-lhe de alegria celeste
Os demónios chamam-lhe de sofrimento infernal
Os  Homens deram-lhe o nome de amor

sábado, 5 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

The Heart Never Lies - mcfly

Algumas pessoas riem
Algumas pessoas choram
Algumas pessoas vivem
Algumas pessoas morrem

Algumas pessoas correm
Direto para o fogo
Algumas pessoas se escondem
Todos os seus desejos

Mas nós somos os amantes
Se você não acredita em mim,
Então olhe dentro dos meus olhos
Porque o coração nunca mente

Algumas pessoas lutam
Algumas pessoas caem
Outras fingem
Não ligar para nada

Se você quiser lutar,
Eu ficarei bem ao seu lado
No dia que você cair,
Eu estarei bem atrás de você

Para recolher os pedaços
Se você não acredita em mim,
Olhe dentro dos meus olhos
Porque o coração nunca mente
 

Outro ano acabou,
E nós ainda estamos juntos
Nem sempre é fácil,
Mas eu estou aqui para sempre

Porque nós somos os amantes
Eu sei que você acredita em mim
Quando olha dentro dos meus olhos
Porque o coração nunca mente

Porque o coração nunca mente,
Porque o coração nunca mente.

propraganda criativas



















quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

E as Drogas fica como?



  Se alguém chegasse perto de você e pedisse para citar as diferentes causas que podem levar uma pessoa a usar drogas, talvez você dissesse: curiosidade, insegurança e conflito familiar. Outra pessoa por certo citaria causas diferentes como: desinformação, vazio existencialista e desejo de contestação. Observem a variação das respostas e terão na medida exata a dificuldade que encontramos para responder tal pergunta. Principalmente porque poderíamos acrescentar numerosas outras causas igualmente capazes de levar uma pessoa a usar drogas, como, por exemplo, ausência de Deus, um amanhã sem perspectiva, desorientação para o lazer, espírito grupal, imaturidade, personalidade instável, desprezo por parte da sociedade, identificação com os ídolos, etc.

  Drogas não escolhem vítimas
   O problema das drogas é muito maior do que a nossa imaginação  não será solucionado enquanto a sociedade não se conscientizar da sua importância nesta luta, principalmente porque as drogas não escolhem vítimas, não respeitam classes sociais e nem mesmo se preocupam com o poder aquisitivo das pessoas. Simplesmente elas chegam e se apossam dos indivíduos, que, salvo raras exceções, tornam-se seus escravos. Para todos os que acham que seus filhos jamais serão atingidos pelas drogas, devo mencionar o provérbio chinês que diz: A chuva não cai apenas no telhado do vizinho, ela cai no nosso telhado também. E antes de julgar alguém cuide se bem pois foi asim com eu tbm :/

 Assim, a substituição do Ser pelo Ter, inverteu a escala de valores sociais e morais. Atualmente, o indivíduo vem sendo avaliado pelo que tem e não pelo que é. A angústia gerada por esse contexto pode, e seguramente é, uma das causas fundamentais do maior consumo de drogas, porque as pessoas procuram, com essa prática, camuflar suas insatisfações.
   É indiscutível que a sociedade gera, permanentemente, fatores criminógenos, que provocam reações de efeitos diversos, dependendo do caráter e da personalidade de cada um. Nem todo menor carente é um infrator ou poderá se tornar um marginal, em função da miséria e do abandono em que se encontra. No entanto, suas necessidades culturais e afetivas constituem um campo fértil a impulsioná-lo para a marginalidade.
   Daí, uma sociedade que passou a valorizar o Ter em detrimento do Ser, que se vangloria de tentar levar vantagem em tudo e aplaude e busca soluções fora da lei, agindo de tal forma, e à medida que volta as costas para os menos afortunados, somente provoca situações de convite à violência e de estímulo à criminalidade. Essas verdades incomodam, porque somos todos responsáveis, desde o governo às elites dirigentes e, também, à classe média, entregue aos prazeres dos pequenos delitos e adotando como valores morais os pregados na novela das 8 horas.
   Embora de difícil solução, porém não impossível, devemos começar agora com dedicação, perseverança e competência, tentar solucioná-lo. Se não fomos nós que criamos tal problema, não adianta também ficar jogando a culpa no vizinho. Mesmo porque somente ele não é o responsável. O que importa agora é não nos omitirmos, mas participarmos do mutirão que se propõe a resolvê-lo.
   A primeira etapa seria um processo educacional, começando nas nossas casas e continuando nas escolas, onde os jovens teriam oportunidade de retomar antigos valores perdidos no tempo, tais como ética, moral e cidadania. Consolidados esses valores, dificilmente alguém seria envolvido pelos párias da sociedade, os narcotraficantes, porque ele saberia neutralizar seus argumentos.
   Somente isto não resolveria o problema, mas seria o ponto de partida para vivermos os próximos anos em paz, harmonia e felicidade. Que Deus nos ajude
.

O dia que um sorriso parou São Paulo